DOMINGOS
Pela janela, vejo o entardecer do primeiro dia, talvez o último, depende da perspectiva.
Domingos são aquela sensação de aconchego melancólico e nostálgico de um tempo que talvez não retorne, que talvez sequer tenha acontencido.
Marcam a transição do final da euforia de um sábado à noite para o início do desafio de mais uma semana.
São a quebra necessária para não esquecer que as melhores emoções precisam ser contrastadas para que sejam reconhecidas como tal. Se tudo fosse festa, nada seria. Se tudo fosse felicidade, nada seria.
É um dia da semana que, particularmente, tem o poder de me deixar triste e feliz ao mesmo tempo, a depender das circunstâncias. Às vezes, as duas emoções no mesmo dia.
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